A Obra

Vira e mexe, sou chamado a ir cantar Planeta Água, em programações ambientais, institucionais, essa canção acabou virando um tema padrão do qual muito me orgulho, pois sempre achei que o Brasil fosse a “pátria da água”, que a Terra fosse um planeta raríssimo em suas características miraculosas que propiciaram a existência da vida. Ultimamente, o tema “água” tem adquirido mais e mais conotações dramáticas, devido à forte estiagem que anda nos rondando – logo conosco os maiores milionários potáveis do Planeta…

Afora a evidentíssima causa-mãe  de todos os males : o “Crescei e Multiplicai-vos” que está cravado no gênesis de todas as religiões e sistemas de crenças… e aqui faço um parêntesis para afirmar que não sou nenhum exemplo de “economia procriativa” : 5 filhos , mas bem gerados e criados para o bem, acho que a natalidade com qualidade é benéfica para o mundo , o problema é a natalidade com falta de qualidade , mas isto é altamente questionável,  contraria os direitos universais, é tese autoritária , etc… atribuo este nosso momento particular ao agronegócio irresponsável e mal gerenciado, com suas fronteiras avançando gulosamente sobre a Amazônia, numa equação criminosamente incentivada por governos” imediatistas ( quando não criminosos, e isto parece via-de-regra) políticos irrefreavelmente entesouradores em suas ambições “familiares” e reféns de negociações de “governabilidade”, uma equação ignorante com sede de lucros de álgebra simples :  educação predatória + desmatamento industrializado + pecuária predatória + monoculturas predatórias + a absurda drenagem das bacias das regiões centrais que acabaram por resultar na “sede física” das grandes cidades do Sudeste – a sede como alegoria do lucro e da miséria – metrópoles precárias inchadas com milhões de refugiados de um êxodo rural exatamente provocado pelo mesmo agronegócio lá do começo da equação, fechando-se o círculo vicioso de um modelo completamente equivocado .

Sem falarmos no desperdício, absurda degradação de todas as bacias hídricas, contaminadas com venenos, pesticidas, esgotos e garrafas pet , todo tipo de lixo , numa verdadeira aula de como uma nação pode mesmo fazer tudo errado. Xingar a humanidade é asneira : já viajei muito para Inglaterra, EUA, Japão, Portugal e Espanha, e nada se parece com o Brasil, o Campeão da porcaria. Dizem que há países piores na sujeira, e eu acredito. O resultado aí está, entre todos os outros tipos de crise, a crise hídrica. Diz-se também que, no mundo, milhões morrerão com a escassez da água, especialmente nas regiões mais vulneráveis, zonas tropicais se tornando desérticas. É verdade. No final, a Terra inteira vai ser contaminada pelo descaso das áreas ignorantes. Mas o “mundo civilizado” também é extremamente ignorante , quando é predador hegemônico e não está nem aí quando gera sua riqueza em cima da pobreza alheia…  Quando fiz “Lindo Balão Azul”, eu também estava remetendo as crianças a pensarem com carinho nesta bola azul, a cada dia menor e mais perigosa para uma humanidade tão gigantesca e incontrolável, volto a repetir, em “escala Bíblica” : Crescei e Multiplica-vos”. realmente, para quem detém o olhar atentamente, em atitude de contemplação filosófica, meditativa, a Terra se assemelharia mesmo a um repositório proposital de condições especiais para o surgimento da biosfera , da “biota” , o conjunto de microorganismos, espécimes vegetais, animais, uma coleção de variedades espetaculares, cuja única explicação possível seria o Divino, algum Plano Sobrenatural. Não é sem razão. E mais extraordinária  se mostra a análise das condições cosmogônicas da Terra, sua situação no Sistema Solar, uma distância muito específica do Sol, a presença de Júpiter e Saturno , exatamente onde estão, agindo como nossos providenciais  aspiradores de asteróides,  nossos Gigantes Protetores… As tarefas ainda mais fascinantes da Lua, sua origem porosa, aglomerativa, uma bola de detritos, sugadora de partículas de um anel oriundo de uma colisão terráquea ancestral, a mesma Lua que lentamente, em milhões de anos, normalizou o eixo desgovernado da terra – que era uma zorra-  essa Lua geradora das marés, regendo como um “external clock” toda a sexualidade e a procriação, é uma das “nossas” mais importantes  guardiãs da Vida… É mesmo enlouquecedor o conjunto de peculiaridades terráqueas,  propiciadoras da vida : os cientistas classificam como “zona habitável”  a posição dos planetas Vênus, Terra e Marte.  Desses três, um tem o privilégio da vida. Um outro, Marte, já teve ao menos um oceano do tamanho do nosso Ártico : e se calcula há cerca de 3 bilhões de anos…Sabe lá o que são 3 bilhões de anos ? Uma “era  Cristã” são 2.000 anos. Ora, pela conta dos cientistas, havia um oceano no Planeta Vermelho há exatas 1.5000.000 “eras Cristãs” atrás… um prazo desses humilha qualquer concepção “grandiosa”, divinatória, para a Humanidade…é ridículamente grande o Tempo, ou as nossas dimensões e referências é que são ridiculamente diminutas e insignificantes ? Ou talvez ainda interessante, pois bem longe de certa mentalidades bitoladas, que costumam afirmar toscamente que “os cientistas estão querendo ser maiores do que Deus”, etc.. tudo isso só vem revelar ainda Mais Monumental a Obra, seja lá do Que ou de Quem for, a estrutura do Universo, da Criação , se revela sempre mais e mais gigantesca e complexa do que nossas cabecinhas-de-formiga jamais puderam conceber.

Ponto para a Ciência, que empurra cada vez mais  as instâncias místicas lá para as profundezas do Tempo e do Espaço. E ponto negativo para todo misticismo, quando este faz muxoxo e “debica” das conquistas da Ciência, sob a alegação de que Deus nos quer ignorantes e submissos a essa ignorância. Bobagem. Deus também seria o Criador da Ciência e da inteligência que busca explicações.

Confesso que estou pasmo com o desenrolar das pesquisas espaciais, devassando aspectos inusitados do Cosmos. Esta semana eclodiram confirmações científicas interessantíssimas .  Ganimedes, maior lua do Sistema Solar, com 5260 km de diâmetro, (pouco menos que a distância de São Paulo a Miami ) , portanto uma lua gigante, maior que Mercúrio… e que gravita em torno de Júpiter, tem mesmo um oceano com 100 km de espessura, debaixo de uma carapaça de gelo com outros 150 km de espessura. É uma caixa dágua e tanto. Essa mesma estrutura está presente em Encélado, uma lua de Saturno.

Calcula-se que haja centenas de bilhões de “Terras” no Universo, certamente encharcado de água por toda parte.

Chance de não existir vida além da Terra ? Zero.

Probabilidades de, em existindo vida, ser também baseada em água e carbono ? Infinitas.

Chances de não existirem outras civilizações na chamada “Obra de Deus” ? Literalmente Zero.

O tempo de uma Grande Revelação se aproxima ! Só não se sabe se será uma Boa Nova… para uma humanidade que vinha levando sua vidinha, ainda sem solucionar seus desafios internos, domésticos,  “intestinos”, eternamente “se achando”numa confortável solidão… crente de ser uma espécie agraciada com um Projeto Todo Especial …

Afinal, toda esperança humana ainda reside no Sobrenatural… Mas que a Obra é grande, isso lá o é !

 

Mackie 8 bus tem salvação !

Dicas do Século by Daicon Designs !!! Mackies 8 bus têm salvação !!!!

Pedro comentou comigo que vários interessados queriam que eu postasse mais informações de como recuperei a minha mesa Mackie Analogica 8 Bus…
Olha, com franqueza, é mesmo coisa de aficcionado maluco, porque sai caro e dá trabalho, não sei se todos acham que vale mesmo a pena, dado o preço irrisório de mercado de usados.
A questão desses preços irrisórios, tem a ver -claro – com a improbabilidade quase absoluta de se encontrar uma Mackie 8 Bus analog na qual tudo ainda funcione, a maioria já não apresenta mais qualidade, potenciometros não operam, chaves não fazem mais o “toggle”, os canais “entupidos” precisam de volume absurdo pra desentupirem, grupos têm cross-talk, ou pior : placas oxidadas, faders de 100mm mortos, não “solam” mais, conectores cheios de barulhos…
Um mixer de engenharia peculiar que complica muito até para se abrir o console, placas dispostas em camadas internas, e por fim, channelboards em grupos de 8 canais, presos com parafusos “allen” microscópicos, facílimos de “espanar” com as chaves vagabundas made-in-china…Mas sou maluco mesmo, então resolví que o meu conjunto de 32×8 com expander 24×8 iria ser provavelmente o último funcionando até o Armagedon, e ponto final… Eu fiz essa longa peregrinação porque eu adoro a seção de equalização da velha Mackie, e também porque essa serie 8 bus análoga é histórica, muito apreciada, tem conexões à beça disponíveis para tudo que é gambiarra, tem 6 auxiliares, entradas de “tape”, e vários “features” que foram deixando de oferecer nos modelos posteriores. Também sou fã de mixer de verdade, sem páginas digitais para navegar, tudinho ali, cara a cara, pronto pra ser mexido em realtime, no estilo antigo…
Aqui vão as dicas tão preciosas que os aventureiros posteriores a mim irão precisar.
1. Potenciometros de Gain que já não operam mais : só trocando o ChannelBoard mesmo. custa 150 dolares cada modulo de 8 , “refurbished”, na DiabloMusic do Ebay :
http://www.ebay.com/usr/diablosmusic?_trksid=p2047675.l2559
Eles são especializados em “canibalização com refurbish”, compram equipamentos e desmembram as peças , oferecendo revisadas, perfeitas, no ebay.
Meu conselho é contabilizar tudo que não funciona mais, e comprar em lote ( num só pacote )
Pelo correio ( USPS) podem colocar mais o frete ( de U$ 80,00 a U$150,00 mais ou menos ) e finalmente, ao ir buscar na Agencia do Correio, leve 100% do valor em reais, em dinheiro vivo ( eu avisei lá em cima que seria para aficcionados mesmo..kkkkk ) . Isso se não ocorrer a entrega por moto, quando então as placas delicadas poderão sofrer fratura irreversível – muito comum, por sinal. PT.
Perda total. As minhas vieram com um amigo, num pacote, bagagem de mão, dentro do avião…Mas o meu caso é especial, teve esse amigão, e tudo deu certo no final.
Mas na hora de trocar, foi um “pain-in-the-ass”, porque tem que ter um método danado : Mesa com pano grosso e macio para pousar o console de cabeça pra baixo, copinhos de plastico pra separar todos os knobs por tipo e cor, e depois tirar TODAS as demais placas que impedem a saída do Channel Board, incluindo as porcas e arruelas de todos os plugs banana das placas de “tape inputs” , os parafusos de todos os conectores XLR ( cannon ) , e ainda as porcas e arruelas de todos os plugs banana das placas de channel inputs , e ainda as placas de saída ( de “link” db50 ) , Só não precisa retirar a placa de “power”, porque está fora da área.
Não adianta nem tentar tirar um módulo sem retirar os de line/mic inputs e os de tape inputs. Voce pode quebrar os outros conectores de flat soldados nas placas de input… É desmontar tudo mesmo, não tem “jeitinho brasileiro” .
Cabe ainda anotar com fita crepe todos os conectores das placas, pra não se enganar : ficar esperto com os CONECTORES DE FORÇA, que são ABERTOS, não têm “encaixe ideal” , e onde qualquer descuido na re-montagem, ( pulando pino ) é queima na hora . Perda Total. PT.
(Obs : este PT que eu menciono não tem conotações políticas, não me comPromeTam ! )
Pois bem, o Channel Board é o último – fora o problema dos parafusinhos allen – chavinhas allen só novinhas, e de aço carbono – as cromadinhas chinesas nem pensar , espanam o parafusinho na hora e a placa não sairá nunca mais da chapa do console !!

Bem, mas digamos que é problema mais simples : o famigeradíssimo Calcanhar de Aquiles das Mackies : flat cables ( ribbon cables ) originais de má qualidade, e que ficam de CABEÇA PRA BAIXO, soltando com facilidade. Precisam ser trocados, todos, e esse é o procedimento que precede qualquer outro.
Mackies com flat cables velhos não valem nada, são apenas sucata.
So adquirir o CONJUNTO COMPLETO da Serie G, ( U$ 240,00 ) – “se” e “quando” encontrar, pois são “mosca branca” ,
Esses Serie G têm conectores com trava e contactores banhados a ouro..
Todos os anteriores( series A. B,C.D e E. não prestam pois os conectores são ZINCADOS, ou NIQUELADOS , e não têm trava .
Curiosidade :não existem ribbons serie F, a fábrica pulou.
Demoraram 5 séries de fabricação ATÉ ACERTAREM OS RIBBONS que funcionariam em definitivo – é brincadeira ????
Dica para achar esses “flat ribbon” cables : ( foi onde eu resolví o meu problema maior, mas tive que encomendar, e depois trouxe comigo numa viagem à querida Maçã…)
DBM Pro Audio 320W 37th St 5th Fllor – New York NY 10018 -212 6290326 – steve@dbmproaudio.com

Uma boa tentativa é utilizar produtos corretos na limpeza e recuperação .
Esta dica é valiosa.
Existe uma linha que foi desenvolvida para a Nasa fazer manutenção dos “rovers” que estão há anos explorando Marte ( já pensaram nisso ? Os rovers são jipes robos duplos, gêmeos siameses… um faz a manutenção do outro…já pensaram na corrosão e oxidação no espaço, em Vênus, com tempestades de ácido sulfúrico ? )
Esse tipo de produto os leigos nunca ouviram falar aqui no Brasil…
Pensar que aqui na Bahia é difícil até quem usa isopropílico, achar Contacmatic nem pensar…)
Pois este é o maior segredo :
www.caig.com ( compra online , também vem pelo correio )

Deoxit G5 para conectores, plugs e chaves ( interruptores liga/desliga ) evitar usar em Potenciometros e jamais usar nos Faders de 100mm !

Deoxit Fades-Series – lubrificantes especiais para faders e potenciometros . Essa empresa despacha para o Brasil, o cara é vietnamita, e se chama Nguyen.

Dicas detalhadas assim , só mesmo aqui, exclusivas para os amigos do Coaxo do Sapo !!!
Abração !

Guilherme Arantes , O Ancião Peregrino.

Governo.

 

Eu procuro não falar de política, pra não ser mais um no coro das obviedades, já que todos estão só falando da situação atual do país, etc…  Está chatíssimo , até porque as mudanças que as pessoas esperam não virão – ao menos na velocidade que todos esperam… O que eu tinha que falar, falei há pouco mais de 3 anos, ao sentar ao piano e compor a música “Moldura do Quadro Roubado”. Ali eu digo tudo, dando forma polida ao que eu acredito, e ao que deixo de acreditar.

Não acredito nesse arremedo de Política que se pratica no Brasil, um jogo sujo sem fim, uma tragédia recorrente de falcatruas desde o Descobrimento. A estas alturas, falta pouco para a Operação Lava-Rabo-dos-Bundas-Sujas se estender até o Barão do Rio Branco, até o Visconde de Mauá , pra se averiguarem as falcatruas da Light , dos loteamentos da britânica Cia City em São Paulo, das implantações arqui-quaquilionárias dos telegraphos, dos telephones, das ferrovias com suas monumentais estações de ferro 100% importadas-até os tijolos- negociadas nos salões com vidros bizotados de Londres e em Paris, por empoladíssimos “gentlemen”, ilustres cavalheiros em ternos de casimira inglesa com colete, tomando seus absintos e fumando seus charutões com seus bigodões  … E ainda ficando para a História como heróis…Vai saber…E quem sou eu pra questionar os Heróis ?  Só não acredito nesse arremedo de Política que se pratica no Brasil. É um teatrinho pra fazer de conta que existe uma Ordem. Não há Ordem alguma, isso é visível, o país patina pra lá, patina pra cá, e volta sempre para o limbo . Há, sim, um espectro de Democracia, é mesmo uma encenação e ponto final. Mas desde a Grécia Antiga, passando por Roma, a proposta é essa, mesmo : de ser uma encenação. Com raríssimas exceções individuais, é cobra-engolindo-cobra.

E pra não me chamarem de “alienado” ou de omisso, por não dar nomes aos bois, cito uma honrosa exceção contemporânea da minha geração : Fernando Gabeira, que, após experimentar a “Política” na praxis, voltou à sua profissão de Jornalista, com dignidade e sempre uma contribuição saborosa e importante para a sociedade : abandonou a “política formal” e suas benesses – não é, pois, um político profissional , sendo portanto uma exceção… mas quantos destes existem ? Uma vez aboletados no poder, os políticos se tornam adictos, tomam gosto pela coisa…Mas, pelo que vemos, era muito mais para os políticos tomarem desgosto pela coisa….

Obs : me orgulho muito de ter feito “Imagens”, o tema de Gabeira para a Prefeitura do Rio, quando houve o “abraço da Lagoa”… Só digo que ele não me decepcionou, muito pelo contrário.

A grosso modo, não há sobrevivência  “nisso que chamam de Política”, sem o chamado “jogo de cintura”, primeiro passo para a malandragem no bom sentido , abrindo caminho favorabilíssimo para a malandragem no mau sentido, e daí à pilantragem explícita é só uma questão de gramática ( ou de aritmética…).

Não acredito em fórmula nenhuma, nem conservadora nem progressista, nem socialista nem capitalista, enquanto os cidadãos em geral  jogarem uma garrafa pet na estrada, acreditando que, a partir do arremesso, aquele dejeto é de “alçada pública”, ou seja, passa a ser problema do “governo”.

Aliás, a sociedade gera todo tipo de dejetos e imediatamente empurra para o que chama de “Governo” – pra depois poder reclamar. É importante ter um repositório de reclamações. Esgoto ? Governo.  Lixo ? Governo. Drogas ? Governo. Crime ? Governo.

O “Governo” é um vilão coletivo, uma instância confortável de terceirização dos problemas. É como para a religião, a figura do Satã.  E quem fica se ocupando muito com Satã perde o seu precioso tempo, que deveria ser dedicado à Gloria do Bem…Como diria Lennon, “Mind Games Forever…” Mas porque então esse Satã ocupa tanto a cabeça das pessoas? Elementar.  O que chamam de “Governo” no Brasil é apenas e tão somente o maior empregador do país. Essa é uma herança da arcaica estrutura ibérica, do colonialismo entesourador extrativista primário. A máquina estatal  emprega milhões , então passa a ser fundamental para a população, é o verdadeiro “patrão” da Pátria. E o pesadelo também.  É por isso que o “butim” governamental  é disputado avidamente entre a direita e a esquerda, infinitamente, de forma pendular. E isso é universal.  Os países que deram certo são aqueles onde os movimentos pendulares entre o socialismo empregador e o liberalismo otimizador  já alcançaram um equilíbrio, no qual esses movimentos pendulares passam a ter uma amplitude cada vez menor, tendendo ao repouso do centro. Exemplo típico : os escandinavos.

A verdadeira “Política” quem faz é o cidadão comum, no seu dia a dia, no trabalho e na sua perseverança, no seu relacionamento estreito com a sua comunidade, arrumando a sua casa, a sua rua, o seu bairro, tendo mais capricho no seu cotidiano, mais atenção com as proximidades, e menos esperanças nas instâncias distantes desse coletivo anônimo, que não tem, nunca teve e nem nunca terá ….

Governo.